• Bruno Junqueira

Nossa missão é impulsionar vidas


Tudo que faz o coração acelerar me interessa. Essa foi a principal razão para eu aceitar um convite que Roberto Minuzzi, hoje vice-presidente do Baltoro Group, me fez em 2015.


A ideia era trabalhar com futebol dentro de um grupo de investimento liderado por um gênio das finanças, especialista em encontrar boas oportunidades. Minha respiração se alterou ao ouvir a intrigante proposta daquele multicampeão de vôlei. Sinal de que era hora de mudar o rumo da minha vida.


Quando criança, minha mãe não me contava histórias para dormir. Ela até queria, mas eu pedia para meu pai narrar partidas.

Surgiu, então, a Soccer House, onde passamos a tratar profissionais do futebol como empresas, e não como produtos. Nossa missão é dar suporte aos “departamentos” necessários para uma carreira de sucesso, atuando em diferentes áreas e oferecendo diversos serviços, como gestão estratégica, comunicação, marketing e mentoria esportiva.


Jornalista de formação, eu ficaria responsável pela assessoria de imprensa. Mas quase nada termina como começa (principalmente quando a intenção é sempre ir além).


Brasileiro. Gaúcho. Apaixonado por futebol. Quando criança, minha mãe não me contava histórias para dormir. Ela até queria, mas eu pedia para meu pai narrar partidas. “Apita o árbitro…”, e por anos a fio caí no sono aos gols de Cuca, Tarciso e Renato Gaúcho.


O sonho era viver do esporte, mas ainda na adolescência a esperança foi barrada pela falta de qualidade e desisti dos campos. Ainda bem!


Em 2000 entrei para a faculdade de jornalismo. No terceiro semestre consegui um estágio na minha editoria preferida de um veículo de comunicação. Enfim, de uma maneira ou outra, trabalharia com o futebol.


Mas seis meses foram necessários para eu perceber que aquilo não me faria feliz. Eu não me contentava em relatar o que estava acontecendo. Eu queria mais. Eu queria participar. Queria influenciar positivamente.


Segui firme, fazendo contatos, conhecendo pessoas e ganhando experiência. Em 2006, veio o primeiro convite para fazer parte de uma equipe de assessoria de imprensa. Passei a acompanhar todos os passos do atleta Fernandão, capitão do Internacional, de Porto Alegre. Conversas de dia a dia, companhia antes e, principalmente, depois dos jogos, quando a adrenalina não deixa que o atleta durma tão cedo.


Logo no primeiro ano, tive a oportunidade de ir ao Japão, para a cobertura do Mundial de Clubes da FIFA, edição na qual o Inter saiu campeão e o Fernandão levantou a taça. Uma chance que no jornalismo convencional só era concedida aos profissionais mais experientes. Eu tinha 24 anos e só estava formado há dois. Definitivamente, era isso que eu queria fazer.


De 2006 a 2015, a vida me preparou para o convite do Minuzzi. Vi muita coisa acontecer. Estive ao lado de atletas em todos os estágios de uma carreira, da formação à aposentadoria, em todas as situações possíveis: da glória à decepção, do reconhecimento à injustiça. Acompanhei bastidores de copas regionais à Copa do Mundo, vivendo um mundo em que os cenários mudam a cada 90 minutos, para o bem e para o mal, e em que sempre há uma quarta-feira depois do domingo, para confirmar ou reverter.


Essa proximidade com os atletas, participando de tomadas de decisão em momentos críticos, fez com que o nível de confiança nos relacionamentos crescesse muito. E depois de aceitar a oportunidade para ser sócio e assessor de imprensa na Soccer House, o goleiro Marcelo Grohe perguntou se eu gostaria de fazer a gestão da carreira dele.


O coração acelerou de novo. Então, aos 33 anos passei a representar o goleiro que havia sido considerado o melhor da sua posição pelos mais tradicionais prêmios do país e que era frequentemente convocado para a Seleção Brasileira. Quase não é preciso dizer que tudo mudou novamente.


Todos veem os melhores momentos de uma carreira na televisão, as fotos nas redes sociais, as manchetes nos sites e nos jornais. É um orgulho perceber que a nossa construção está em cada passo. Sabemos de quase todas as coisas que as outras pessoas não sabem. E temos certeza que isso é fundamental. Por isso, fazemos questão de viver cada momento na trajetória de um atleta.


Não cuidamos só de carreiras e de imagens. Nós cuidamos de pessoas. Expectativas, perspectivas, sonhos, responsabilidades.

Jogamos lenha nas fogueiras internas (calma, pessoal da Orma, essa combustão não precisa ser compensada!). Alimentamos a busca pelo melhor desempenho, pela melhor atitude, pelo maior esforço possível.


Eu nunca joguei futebol profissionalmente. Nunca fui um atleta de alto rendimento. Não posso dizer “a gente sabe como é”. Mas eu presenciei esse “a gente sabe como é” inúmeras vezes, em diferentes situações, com protagonistas dos mais variados perfis. E aprendi com cada um deles. Isso me dá a isenção suficiente na hora de ajudar a decidir.


Não cuidamos só de carreiras e de imagens. Nós cuidamos de pessoas. Expectativas, perspectivas, sonhos, responsabilidades. O sucesso é algo relativo. Depende de muitas variáveis. É impossível controlar tudo o tempo todo. Mas nós tentamos.


Vibramos com cada gol, com cada defesa, com cada passe certo e a cada substituição que dá resultado. Construímos juntos. Idealizando, identificando, planejando e realizando.

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